sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Faça você mesmo....


Quem já pintou o cabelo sabe que o resultado depende de muitos fatores, sobretudo da cor do seu cabelo original, do tipo de tinta utilizado e do tipo de fio que você tem, enfim as mulheres sabem do que estou falando.... hehehe

Com roupa é quase a mesma coisa. Quem quer tingir uma peça sem prejudicar a qualidade dela tem que ficar atendo a esses três fatores: tecido, cor e tinta. 



Traduzindo para roupas, a peça mais fácil de tingir sempre será aquela que é toda branca, feita apenas de algodão e que você quer pintar de preto.Vou te dar umas dicas de como você transformar aquela roupaalinda que manchou na lavagem!

Você vai pode usar a tanto a tinta Guarany quanto a Acrilex são vendidas em armarinhos, casas de artesanato e papelarias. Facinho, né?

Pra começar, você precisa saber.... 

Tipo de tecido:
Os tecidos são divididos em três graus de dificuldade em relação ao tingimento:

Fácil: Tecidos de algodão ou 100% naturais são os mais propícios para tingimento.

Difícil:
Tecidos de composição mista podem ou não responder bem ao tingimento.

Grandes chances de dar zebra:
Tecidos sintéticos têm grandes chances de zicar o processo e da peça se perder, por isso, pense bem antes de tentar.

Cor do Tecido


Brancos: Tecidos brancos ou em tons claros normalmente alcançam a cor do corante. Sabe quando você compra uma tinta de cabelo e olha a cor da embalagem? Pois então, aquela cor só será atingida pelo cabelo muito claro ou descolorido. Se o seu cabelo já tem uma cor forte, terá que pensar na combinação dos dois tons.

Estampados: Nem adianta tentar transformar um tecido estampado em liso através da coloração. Os estampados só são tingindos na área do tecido que não tem estampa, já que a estampa é como se fosse uma impressão feita por cima das fibras, imune à tinta.

Coloridos: Tecidos coloridos podem ser tingidos, mas a cor desejada deve ser mais escura que a cor original. O resultado será uma soma da cor original com a cor da tinta.

Cor da tinta: Quanto mais escura uma cor, mais fácil da tinta pegar no tecido e o resultado ficar legal. Sendo assim, a tinta mais universal é a preta.

Agora que você decidiu realmente tingir a peça, observou o material dela e já escolheu a cor, vamos ensinar os dois métodos caseiros mais legais. Antes de usar qualquer um deles, é necessário que o tecido esteja limpo, sem botões, fivelas e acessórios presos.

Métodos de Tingimento Caseiro
Método quente: O método quente utiliza tinta Guarany e um panelão onde você vai esquentar bastante a água misturada com o corante e afogar sem dó a peça lá dentro. Quando faço isso aqui em casa sujo as panelas da minha mãe... por isso é bom você ter uma vasilha especifica pra isso.

todo frio: O método frio utiliza tinta para tecido Acrilex diluída em água. Coloque um pouquinho de água e de tinta em um balde e vá elimiando todos os gominhos de tinta. Coloque mais tinta e mais água até ficar do tom que você quer. Depois, mergulhe o tecido dentro do líquido e deixe por alguns minutos, para que a fibra possa absorver bem a tinta. Passados os minutos, pendure o tecido no varal pelas extremidades e espere secar. Lembre de pendurar pelo avesso, para não marcar nada. A tinta Acrilex também possibilita a mistura de cores, então, pode criar seus próprios tons!



Agora...
use sua criatividade. 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Tirinha

Fonte: http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ctrl C = Ctrl V

 A semana tá estranha.... minha opinião! 

Mas tem coisa criativa hoje. Dá uma olhada nesse material.  

A parisiense Anastassia Elias descobriu uma nova forma de aproveitar os velhos rolos de papel higiénico vazios que se acumulam, inutilizados, nas nossas casas-de-banho.


Provocando jogos de sombras parecidos com projecções em miniatura, a pintora e ilustradora de 33 anos constrói pequenas cenas do quotidiano, capturando momentos de vida únicos no interior de um rolo de papel vazio. Os detalhes minuciosos das pequenas figuras dão-nos uma ilusão tridimensional e propõem uma nova forma de reutilização e espírito ecológico - quem pode negar que esta não é uma alternativa válida a colocar os carismáticos rolos no contentor azul? 



Há uma mãe e um filho a visitarem um jardim zoológico com girafas e macacos e há duas crianças a brincarem na neve com o seu animal de estimação. Há um estendal de roupa a esvoaçar e uma pequena sala de aula apinhada. A artista a tempo inteiro (que prefere colagens e pinturas, tendo já participado na ilustração de dois livros infantis) leva até três horas para construir cada peça, vendendo-as depois no seu website a 100 euros cada. 

 
 

A paciência e perfeccionismo do seu trabalho têm muito a ver com a inspiração nos tradicionais barcos de madeira que são montados dentro de garrafas de vidros. Partindo desta ideia, Elias aprendeu a recortar papel da mesma cor do rolo para colar no seu interior, criando uma ilusão de continuidade e aumentando o jogo de luzes.

 
 
  Fonte: http://www.flickr.com/photos/chadouyama

domingo, 19 de setembro de 2010

Tirinha....

Domingão.
Dia de descanso.... há quem me dera.



Mas vamos ao que interessa. Como estou sempre plugado no pc encontrei uma ideia nova. Tirinhas. Quem nunca gostou de ler gibi, se não lia, ao menos olhar, o colorido, coisa de criança. Taí uma coisa que não deixo de ser.



fonte: blogmigmeg.blogspot.com/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Eu quero....

Quem não tem seus sonhos e desejos...??
Eu tenho uns que se contar você vai dizer que é impossível... mas fazer o que, não se paga pra sonhar.... quero compartilhar aqui alguns desses sonhos, na verdade desejos pessoais.

Quero ter um carro como o Tata Nano, ele tem quatro lugares, motor de 625 cilindradas, e dizem que deve chegar no mercado no final do ano. Não qual mercado, sei bem que ele custa menos do que uma moto...


 Nem é bonito e nem é feio.

É diferente. 

Na Noruega tem um carro bem parecido, mas só tem dois lugares. É carro para o mundo moderno onde os espaços estão cada vez mais reduzidos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ctrl + C = Ctrl + V


Segunda-feira, merece uma repaginada, nada como um ctrl + c = ctrl + v.... na vida. O povo tem mania de dizer que: nada se cria, tudo se copia... há controvérsias..... mas vamos lá..........hehehe

 

confere ai o material.



os contos-de-fadas de jeannette woitzik


storybook


Uma máquina fotográfica Canon EOS 350D e o programa de edição de imagem Photoshop são as únicas ferramentas mundanas de que a alemã Jeannete Woitzik necessita para compor as imagens de contos-de-fadas, a marca inigualável do seu portfólio. Céus azuis ornamentados com nuvens, cogumelos, livros e corações (muitos corações!) constituem alguns dos elementos que povoam as criações desta alemã, que só há três anos descobriu o mundo da fotografia artística.
Porém, verdade seja dita, o equipamento específico parece de pouca importância face ao sentimento que os trabalhos de Woitzik transbordam. Mesmo que a própria confesse, como já o fez por diversas vezes, que não se imagina sem o precioso software de manipulação de imagem.
Olhar para os trabalhos de Woitzik é quase como cair dentro da passagem que leva Alice ao País das Maravilhas e deambular no limbo entre a realidade e o mundo mágico dos sonhos. Apenas estão ausentes o coelho e o seu impaciente relógio, que poderiam ameaçar um apressado regresso ao quotidiano, sem magia, que insiste em existir no exterior das criações da artista. Daí que um dos únicos lamentos de Woitzik seja não ter conhecido o mundo da fotografia e montagem digital quando o seu filho era ainda pequeno, para lhe poder dar um universo fantástico exclusivamente para ele.
O propósito nas criações de Jeannete Woitzki reside em moldar e transmitir sentimentos. Talvez por isso a fotógrafa passe tanto tempo em frente à tela do computador, procurando o equilíbrio perfeito entre a imagem fotográfica e a animação. Nas suas próprias palavras, é na estranha mistura entre realidade e fantasia que são cozinhados os sentimentos.
im zwergenland
waiting for u

Cada imagem conta uma história. Porém, a narrativa transmitida vai além da história da fotografia original, já que o tratamento digital lhe confere novas dimensões. E o tratamento do irreal de forma estranhamente familiar permitem à artista tirar partido de outros significados e leituras.
“Heaven can wait” e “storybook” são duas das composição que traduzem a complexidade pictórica e narrativa das imagens de Woitzki. Apesar da aparente simplicidade da mensagem, que pode ser apreendida num único olhar, a cada nova mirada persistem novos pormenores que encantam mesmo os mais cépticos. O recurso a imagens dentro de imagens, como no caso das nuvens recriadas em tela de “Heaven can wait”, ou à narrativa dentro da narrativa, no livro aberto de “storybook”, mostram que este universo onírico é construído de forma robusta e inteligente. O que apenas aguça a vontade de nos perdermos no mundo de “Otherland”.
otherland

miss u
heaven can wait
(¯`·.·´¯)

As montagens resultam em invulgares imagens repletas de ingenuidade, magia e um certo regresso à infância. Há qualquer coisa em Woitzki que nos leva à nostalgia do primeiro cartão do Dia dos Namorados, recebido há tantos anos que já quase não há existem memórias.


Jeannette Woitzik
Fonte: http://obviousmag.org/



segunda que vem tem mais 

ctrl + c = ctrl + v.



 Valeu pela visita.